.

Duas Histórias a Meu Modo

.

A narradora relembra duas histórias, que ela escrevera para se divertir, dando ao autor imaginário o nome de Marcel Aymé.
Félicien era um vinicultor francês que produzia o melhor vinho da região, mas não gostava de vinho. Ele e a mulher Leontina escondiam de todos esse fato. Félicien costumava até fingir-se de alcoolizado para esconder que não bebia vinho.
Outra história: Etienne Duvilé, funcionário estadual em Paris, gostava de vinho, mas não o tinha. Sua realidade era uma família grande que sonhava com mesa farta e ele, com vinho. Depois do sonho de uma noite de sábado, a sede de vinho piorou. Ele passou, acordado, a querer não só beber vinho mas beber todo o mundo. Até hoje ele está internado num hospício, tratado com água mineral “ que estanca sedes pequenas e não a grande”.

2 Clariceanos:

Isis Dias disse...

SEU BLOG TÁ LINDO, PRINCIPALMENTE POR SER DEDICADO A CLARICE, ELA É MARAVILHOSA.
ABRAÇOS,
ISIS DIAS.

Rodrigos Silva disse...

Marcel Aymé não é um altor imaginário, ele é um escritor de novelas francês no qual ela pega essas duas historias de textos dele.